Crítica | The Gray In Between



★★★★

O resultado de uma banda fugaz abraçando o noise é desprezível mas amável, como bem deveria ser.

Uma das bandas essenciais do emoviolence retornam com primazia num álbum de noise rock que é surpreendentemente noise rock, produzindo, felizmente, um resultado bem único em cada nova faixa e decisão tomada.

Pode até não ser o absoluto futuro do experimentalismo e contradição que seus gêneros representam, mas o disco em si serve muito bem uma grande quantidade de surpresas agradáveis e momentos kafkianos.

Além disso, o emoviolence já comum da banda entra em jogo de forma destacável, seja por meio de gritos entusiasmantes ou de texturas de guitarra ralas e cortantes — o resultado é desprezível mas amável, como bem deveria ser.

Selo: Iodine
Formato: LP
Gêneros: Rock / Punk, Noise Rock, Screamo
Sophi

Sophia, 18 anos, estudante e redatora no Aquele Tuim, em que faço parte das curadorias de Rap e Hip Hop e Experimental/Eletrônica e Funk.

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