As melhores músicas de Ariana Grande



Votamos e elegemos as 10 melhores músicas de Ariana Grande, a princesa do pop. Confira!

Ariana Grande é uma das artistas mais populares do mundo, mas engana-se quem pensa que sua popularidade a coloca em uma posição de mediocridade, como se vê em muitos casos. No pop, a cantora construiu uma das melhores e mais rentáveis discografias, aliando o comercialismo à proeza artística que sempre a manteve em destaque.

Suas canções são peças importantes para compreender o espaço que a música pop ocupou ao longo da década de 2010. Ariana Grande é um nome incandescente que continua conquistando seu próprio espaço na indústria. Seus vocais, seus muitos sucessos, mostram que ela é o tipo de estrela que surge a cada milhão de anos. Dito isto, aqui estão as suas 10 melhores músicas já lançadas. Confira:




10. 
“better off”

Ao esmiuçar as nuances e dinâmicas de um antigo relacionamento, Ariana Grande percebe que é melhor partir. Adicionada tardiamente ao Sweetener, “better off” é o ponto de ruptura do disco: ela se apresenta como uma faixa downtempo com elementos orquestrais ao fim, além de ser uma peça surpreendentemente amarga, com a temática honesta e sóbria sobre fuga e escape de uma dinâmica amorosa tóxica. — Felipe




9. 
“my hair”

Ariana convida seu parceiro a mexer em seu cabelo em uma canção extremamente sensual. Ao passo que a instrumentação traz um uso excelente de elementos de orquestra, por contribuírem na entrega de uma atmosfera simultaneamente sofisticada e sensual; Grande traz uma de suas performances vocais mais fenomenais da carreira por se permitir em explorar ao máximo sua extensão vocal — principalmente no último refrão —, além de sua voz ser excelentemente utilizada de modo a fortalecer as características que mais tornam essa música cativante. — Davi Bittencourt




8. 
“in my head”

Em uma das composições mais assertivas de thank u, next, Ariana Grande discorre sobre uma desilusão amorosa; a cantora se dá conta que a pessoa amada não é quem aparenta ser, e que tudo não passou de uma ideia criada por ela mesma. A música equilibra a fúria e a amargura de Ariana com um trap-pop hipnotizante que não deve em nada para os grandes sucessos do disco. A faixa, aliás, ressalta uma das maiores qualidades do álbum: transformar momentos tão particulares e vulneráveis da artista em hits instantâneos que geram identificação. — Lucas Souza




7. 
“Baby I”

Escrita para Beyoncé, mas rejeitada pela cantora, “Baby I” é um dos maiores marcos de Ariana Grande. A faixa, tão doce quanto a interpretação da artista, tem seu ritmo moderado expresso na narrativa apaixonante de suportar o insuportável: o amor. Ariana faz isso tão bem que, de alguma forma mística, o encaixe musical clichê e bobo se ajusta perfeitamente tanto à sua personalidade na época quanto à forma como ela evoluiria no futuro. — Maqtheus




6. 
“breathin”

Em uma de suas canções mais pessoais, Ariana Grande expõe sua luta contra a ansiedade a partir de uma lírica sensacional que consegue apresentar toda a emoção da artista com relação aos seus problemas psicológicos. Isso, acompanhado da performance apaixonante dela durante a canção cuja produção parte de um synthpop doce, torna esse um dos momentos mais fenomenais da carreira da cantora. — Davi Bittencourt




5. 
“ghostin”

“ghostin” é a inspiração do amor e da vida de Ariana Grande, que acaba se tornado a lembrança da perda emocional de um dos seus melhores amigos e companheiros, Mac Miller. A música retrata a sinceridade e a tristeza da partida sob a visão de Ariana, que a interpreta com sua doce voz, e te cativa na conexão desse amor e dessa amizade. Chega a ser doloroso ouvir de tão intenso, com orquestras de instrumental e uma delicadeza emocional tocante. Na faixa, a cantora admite que essa lembrança não deve ser apenas sobre a tristeza, mas sim sobre a felicidade compartilhada em vida de ambos os amores, e que ela não deve colocá-lo como um fantasma naquele momento. “ghostin” traz a reflexão de um conto especial sobre a dor de um fim indesejável — curiosamente Ariana teria optado por não colocar essa música em thank u, next, de 2019 —, mas em uma organização de faixas, foi atribuída ao álbum, trazendo talvez a sua música mais pessoal de toda a carreira. — Peterson Prado




4. 
“Into You”

“I’m so into you / I can barely breathe”, canta Ariana Grande em tom confessional na introdução de “Into You”. A música, lançada em 2016, faz parte de seu repertório em busca de afirmação após passar por um escândalo — ter que se desculpar publicamente por lamber uma rosquinha — e romper com o então namorado, Big Sean. Mais do que uma música apaixonante, “Into You” é também a dose perfeita do pop que ela desenvolveria ainda mais em lançamentos seguintes, como Sweetener, de 2018. O gancho que se estende do pré ao pós-refrão é quase antagônico ao clima de ansiedade que antecede a tensão do ato de amor consumado: o beijo. Ariana consegue descrever tão bem esse sentimento, seja com seus vocais impetuosos ou com a injeção de Max Martin na produção, que “Into You” não sofre nenhuma interferência na hora de transmitir sua mensagem. É um épico do pop. — Maqtheus




3. 
“get well soon”

Não é novidade para nenhum fã de música pop que o ano de 2018 trouxe muitas conquistas para Ariana Grande: ela foi nomeada Mulher do Ano pela Billboard; Sweetener, seu quarto disco, foi um sucesso de crítica e de números, e “thank u, next” se tornou seu primeiro single a alcançar o topo dos charts americanos. Entretanto, a realidade de sua vida pessoal foi bastante diferente. Os meses que precederam o lançamento de Sweetener serviram como um período de recuperação para Ariana após o atentado terrorista que ocorreu em um de seus shows em Manchester no ano anterior. Nesse contexto, “get well soon”, faixa que encerra o álbum, surge como um relato sincero sobre saúde mental que, além de lidar com a jornada pessoal da cantora, também abraça o luto coletivo das pessoas que foram impactadas pelo evento traumático. “Here’s one thing you can trust / It takes you and me to make us / One of those days you had enough, I’ll be there”, ela canta na ponte; um retrato do sentimento de comunidade que formou uma rede de apoio tanto para a artista, quanto para seus fãs. Na produção, Pharrell Williams conduz uma balada digna de grandes vozes do soul e do R&B, onde a base é o piano reverberado e o foco é, justamente, o vocal: são camadas e mais camadas de riffs e melismas que, juntos, simulam violinos e preenchem os ouvidos com uma precisão e detalhamento anteriormente vistos apenas nos melhores trabalhos de Brandy — em todos os aspectos, “get well soon” é uma joia dentro da discografia de Ariana. — Marcelo Henrique




2. 
“Honeymoon Avenue

Dentre inúmeras possibilidades, o primeiro álbum de Ariana Grande abre da maneira mais avassaladora possível. Em “Honeymoon Avenue”, que possui co-composição de Leon Thomas II, seu colega de elenco da série “Victorious”, Ariana observa os rumos incertos do seu relacionamento atual, à beira do colapso, e deseja voltar ao ponto de partida. É uma canção que leva a sua atmosfera a sério, então ela nos transporta para uma cena de um musical da Broadway, com violinos e vocalizações de apoio que cintilam os ouvidos e com uma narrativa que ambienta e compara essa relação a uma avenida em estado de engarrafamento. É uma magia agridoce ímpar, que consegue ser bem definida nessas linhas: “Hey, what happened to the butterflies? / Guess they encountered that stop sign / And my heart is at a yellow light”. Com todos esses elementos agregados, a faixa conseguiu se estabelecer, de imediato, como uma das melhores peças da discografia da artista até hoje. — Felipe




1. 
“no tears left to cry”

Havia se passado um ano desde o atentado que vitimou 22 fãs de Ariana Grande após o encerramento de seu show na Manchester Arena, o que deixou a cantora emocionalmente devastada. E, nesse sentido, entende-se o surgimento de “no tears left to cry”. Lançado em 2018 como carro-chefe de seu quarto álbum de estúdio, Sweetener, o single é um pop dançante daqueles que carregam a assinatura de Max Martin. No entanto, trata-se de uma música extremamente confessional que nos leva à mente de Ariana para entender como ela está lidando com seus traumas. “Right now, I'm in a state of mind / I wanna be in like all the time / Ain't got no tears left to cry / So I'm pickin' it up, pickin' it up / I'm lovin', I'm livin', I'm pickin' it up”, canta a artista, expressando que não há mais espaço para a tristeza dentro de si. “no tears left to cry” é a escolha perfeita como introdução não somente ao universo do disco, como também ao novo momento em que Ariana Grande se encontrava. A canção é, certamente, a mais importante de sua carreira até então; indica uma virada de chave significativa em sua discografia, que desse momento em diante passou a ter ainda mais da essência da cantora.  Lucas Souza



Como cada participante votou:

Davi Bittencourt
1. breathin
2. no tears left to cry
3. Greedy
4. Into You
5. Love Me Harder
6. Jason's Song
7. my hair
8. ghostin
9. get well soon
10. pov

Felipe
1. get well soon
2. Honeymoon Avenue
3. goodnight n go
4. Baby I
5. no tears left to cry
6. The Way
7. better off
8. R.E.M.
9. love language
10. Daydreamin’

Lucas Souza
1. no tears left to cry
2. Honeymoon Avenue
3. get well soon
4. in my head
5. God is a woman
6. my hair
7. Into You
8. The Way
9. Break Free
10. breathin

Maqtheus
1. Into You
2. no tears left to cry
3. Honeymoon Avenue
4. breathin
5. Baby I
6. everytime
7. Moonlight
8. pov
9. get well soon
10. Break Free

Marcelo Henrique
1. get well soon
2. no tears left to cry
3. Into You
4. ghostin
5. Honeymoon Avenue
6. Break Free
7. better off
8. Only 1
9. pov
10. thank u, next

Peterson
1. ghostin
2. no tears left to cry
3. Honeymoon Avenue
4. in my head
5. Best Mistake
6. Into You
7. R.E.M
8. get well soon
9. off the table
10. pov



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