
Costumamos lidar bem com as comparações que fazem do Aquele Tuim com outros sites, alguns inclusive gigantescos, como a Pitchfork. A questão é que, como ficou evidente ao longo dos anos, desenvolvemos um modo muito próprio de analisar obras e de cobrir cenas, especialmente no que diz respeito à música brasileira contemporânea, com atenção constante ao funk, ao pop e ao hip hop. Esse novo sistema de cotação torna nossas análises mais criteriosas do ponto de vista crítico, e os textos, inclusive, passarão por revisões mais completas, visando uma melhor realocação de argumentos e pontos de vista.
Nosso novo sistema não poderá ser comparado diretamente com estrelas e notas de outros sites. Embora recorra à forma de cotação que críticos e revistas francesas, como a Cahiers du Cinéma, utilizaram por muito tempo, cada estrela possui um significado que nós mesmos definimos com base em todos esses anos de trabalho e nas mais de 1.500 críticas publicadas. Trata-se de um sistema exclusivamente nosso, e o significado de cada estrela está detalhado a seguir:
1 estrela (★): Não recomendado. Disco fraco, com problemas estruturais, criativos ou conceituais evidentes.
2 estrelas (★★): Álbum interessante ou bom, porém limitado: apoiado em soluções rasas, fórmulas desgastadas ou “farofa requentada”. Recomendado sobretudo a fãs do artista ou a entusiastas específicos do gênero.
3 estrelas (★★★): Álbum muito bom ou notável, que chama atenção e apresenta qualidades consistentes. Um trabalho que não deve passar despercebido pela maior parte do público.
4 estrelas (★★★★) Álbum que extrapola a lógica industrial: inovador, relevante e recomendável a qualquer ouvinte. Destaca-se para além do gosto individual e dialoga diretamente com as ideias editoriais do Aquele Tuim.
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